Referências para a aula do dia 10 de outubro

Carxs, segue a referência para a aula do dia 10 de Outubro:

– CORRÊA, F.  Rediscutindo o anarquismo: uma abordagem teórica. Dissertação (Mestrado em Mudança Social e Participação Política) – Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. p.79-147

Referências para a aula do dia 26 de setembro

Carxs, conforme combinado, listamos algumas referências sobre os convidados que estarão conosco na aula do dia 26 de setembro. 

(obs. Até o momento só temos confirmada a presença da Lurdinha da ocupação Manuel Congo.)

Preparação da aula do dia 12.09.2013

Caros,

publicamos o relato da aula do dia 05.09.2013 e tornamos acessível pelo blog as referências para a aula de amanhã.

Dos seis grupos constituídos na primeira aula para preparar propostas para o curso, apenas dois enviaram as referidas propostas. Assim, temos o seguinte material:

Grupo 1 (clique para ter acesso)
Grupo 2 (clique para ter acesso e leia o comentário ao post)

O GT comunicação ficou com a tarefa de organizar as propostas enviadas. Na situação atual não temos muito o que fazer. Peço que os restante das propostas sejam remetidas na forma de comentário para que possamos efetivamente encaminhar a dinâmica do restante do curso.

Sugestões de um grupo sobre estrutura e dinâmica do curso

Aula 1 do curso Práticas autogestionárias
Proposta do grupo Alessandra, Bruno F.,  Francisco, Isabella, João, Karoline, Laura B., Rafael

Os grupos foram formados para debater as propostas do curso e apresentar encaminhamentos.

Este grupo dividiu o debate em quatro tópicos:

1. estrutura,
2. sugestão de referências,
3. dinâmica,
4. avaliação, participação, presença.

1. Estrutura da proposta atual e sugestão de nova estrutura.

Reconhecendo como um risco da proposta atual a reificação de teorias e perspectivas (marxismo, anarquismo e análise institucional) na reflexão sobre autogestão consideramos que a percepção deste risco pelos participantes pode com facilidade dilui-lo no debate, pela mistura de textos com referências variadas e pelo cruzamento de perspectivas na contextualização histórica.

Encaminhamentos:

1.1. buscar uma reflexão mais histórica;
1.2. ter como meta do curso construir um genealogia da autogestão. O uso de dispositivos redutores com finalidade didática seria um meio para elaborar esta genealogia desde que estejamos atentos ao debate importante hoje. Colocando na forma de uma questão: em que e o que a Comuna de Paris problematiza a autogestão hoje?

2. Sugestão de referências para o curso.

Vimos principalmente as referências sobre Análise Institucional que foram consideradas básicas e adequadas.

Sobre anarquismo vermos as produções do nu-sol especialmente a revista Verve.

Sobre a parte das narrativas consideramos que convidar seria ótimo ainda que não tenhamos sugerido ninguém. Consideramos, entretanto, que podemos convidar os próprios participantes envolvidos com autogestão a relatar experiências conectadas aos textos debatidos.

Propomos filmes a serem apresentados, 1 por mês, em horário extra-classe (nas últimas quinta-feira do mês, 18 horas, na sala 2) e seguidos de debate.

Filmes propostos: Der Baader Meinhof Komplex, Noviembre, Edukators, Ensaio de orquestra.

3. Sobre a dinâmica do curso.

Que não seja uma aula expositiva no estilo mestre expositor.

Ler os textos e priorizar o debate.

Valorizar o espaço de experimentação propriciado pelo curso.

Elaborar disparadores para fomentar o debate indicando alguém (indivíduo ou grupo) para ficar responsável pela formulação destes dispositivos.

4. Avaliação, participação, presença.

Cuidar para não produzir segmentação entre os grupos (inscritos via extensão e no curso regular) diferenciando avaliações.

Movidos pelo problema de quem será o avaliador sugerimos atividade de construção de texto ao longo do tempo com debates.

A avaliação, restrita a uma pessoa ou coletiva, consiste na elaboração de um artigo/texto cujos objetivos seriam estabelecidos pelo indivíduo em questão (pessoa ou grupo). Outros grupos fariam a leitura, revisão e sugestões até chegar a um acordo. Os textos poderiam versar sobre as referências do curso, o relato de experiências e de eventuais visitas feitas ao longo do curso.

Ao final, poderíamos empreender a produção de uma publicação para divulgação e compartilhamento da experiência com um público mais amplo.

Referências para a aula do dia 12 de setembro

Carxs, listamos abaixo os textos para a aula do dia 12 de setembro de 2013 com os links para acesso ao material.

CONSTANT, Benjamin. “A liberdade dos antigos comparada à dos modernos”. In: Filosofia política 2. Porto Alegre: L&PM, 1985, p. 23.
HUBERMAN, L. Capítulo XII. Deixem-nos em paz! (p.143-154) em ________ História da riqueza do homem. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
MELLO, L. I. A. John Locke e o individualismo liberal. In WEFFORT, F. (Org.) Clássicos da Política. São Paulo: Ática, 2000.

 

Relato da reunião da disciplina Práticas Autogestionárias 29.08.2013

A reunião tinha como objetivo uma tarefa pragmática – efetuar o sorteio das vagas para a parcela dos integrantes da extensão –, e três pontos para discutir – 1. delimitar o programa, 2. pensar possíveis avaliações para os estudantes do curso e 3. finalizar um cronograma para o curso. Iniciamos pelo último ponto e a proposta anterior de calendário anterior (ver último relato), organizado em três eixos, foi problematizada. Francisco lembrou que a primeira configuração do programa foi elaborada com os seguintes blocos: a) genealogia dos processos de autogestão, b) referenciais teóricos e c) narrativas, práticas e experiências de autogestão. Comparando-os com os eixos atuais, percebemos que havíamos condensado os blocos a e b em nosso primeiro eixo e fragmentado o bloco c em outros dois. A partir desta análise, decidimos estender o número de aulas do primeiro grupo “Material teórico” uma vez que contempla a parte genealógica e os referenciais teóricos e reagrupar os eixos “Autogestão e contemporaneidade” e “Práticas e Narrativas” renomeando-o “Narrativas e Práticas”. Em seguida alteramos o calendário (exposto ao final deste relato).

Ainda sobre o programa, surgiu uma controvérsia sobre os itens no primeiro bloco (Autogestão e Marxismo, Autogestão e Anarquismo, Autogestão e Análise Institucional). Estaríamos reificando as categorias que queremos desconstruir, ou utilizá-las seria uma forma de pôr em evidência as contradições deste esquema? Seria necessário escolher os textos nos baseando nas categorias, ou sua força e importância independem das categorias? Estas questões não foram respondidas.

No que tange à primeira aula, Bruno Pizzi apresentou uma proposta sólida e bem articulada, acrescida de sugestões de Fernando Gastal, Arthur Arruda e Arthur. Por votação unânime aceitamos a proposta e pedimos que a enviasse por escrito, com as referências dos textos e uma breve descrição do objetivo da aula. Este documento em breve será anexado ao blog.

Com a primeira aula definida, restava pensar a programação dos meses seguintes. No intuito de manter o formato autogerido do curso, Francisco Portugal propôs que o programa da disciplina fosse construído no decorrer da disciplina. Utilizando esta proposta como disparador, os integrantes da reunião se dispuseram a uma ampla discussão sobre: as possibilidades de se elaborar o roteiro das aulas, como operar essa construção mantendo-a aberta a interessados, sem cair na diluição das responsabilidades. Após muita deliberação, elaboramos algumas diretrizes:

  • o GT* Processo (ou didática) elaborará – tendo quarta, dia 04, como prazo limite – um programa preliminar, indicando os textos, os responsáveis por sua apresentação, etc. Seguimos sem a certeza de que reservaremos uma parte de cada encontro para as atividades deste grupo de trabalho.
  • este GT, concebido como uma atividade inerente ao curso, poderá ao longo de seus encontros e com o aporte de demais integrantes, repensar e reconfigurar a estrutura programática.

Para finalizar a reunião, partimos para o sorteio das vagas. Houve 45 inscrições pelo SIGA e 50 interessados em se inscrever no curso de extensão. Dos 50 interessados, 46 enviaram suas propostas pelo formulário de inscrição para o email do curso e 4 pessoas não seguiram este procedimento. Como acordado em encontros anteriores, as vagas não preenchidas por inscrição pelo SIGA foram transferidas para a extensão. A ampliação do número de vagas para extensão nos poupou a tarefa do sorteio e a consequente exclusão de interessados. Desencadeado por este ponto, reiteramos a preocupação com a estrutura: estamos alocados na sala 09 do IP, tendo como alternativa a sala 08. Não obstante, foi consenso que com o número de pessoas citado, talvez haja necessidade de outro espaço.

Fechando o relato, lembro que o ponto “avaliação” não pôde ser discutido pelo avançado da hora. Atualizo também o quadro dos GT´s, a lista de presentes e como ficou o calendário com suas modificações

  • GT Processo e/ou didática: Antonio Costa, Clara Buoro, Clara Camatta, Luisa Sader, Bruno Pizzi, Bruno Foureaux, Fernando Gastal, Franscisco Portugal, Pedro Legey.
  • GT Comunicação: Francisco Portugal, Bruno Foureaux, Pedro Legey, Isabella Almeida.

Presentes: Francisco Portugal, Arthur Arruda, Pedro Legey, Aymara Fernández, Karoline Ruthes, Clara Camatta, Bruno Foureaux, Fernando Gastal, Clara Buoro, Bruno Pizzi, Ruan Rocha, Luisa Sader, Isabella Almeida, Arthur.

Calendário do curso:

Setembro

5 – Assembleia.
12 – 1. Material teórico.
19 – 1. Material teórico.
26 – 1. Material teórico.

Outubro

3 – JIC (Jornada de Iniciação Científica – Não haverá aula.
10 – 1. Material teórico.
17 – 1. Material teórico.
24 – 1. Material teórico.
31 – Assembléia.

Novembro

7   – 2. Práticas e narrativas.
14 – 2. Práticas e narrativas.
21 – 2. Práticas e narrativas.
28 – 2. Práticas e narrativas.

Dezembro

5 – 2. Práticas e narrativas.
12 – Avaliação do curso
19 – Dia reserva.