Aula do dia 05.09.2013

Relato da aula 1 do curso Práticas autogestionárias

 Alguns estudantes já haviam escrito no quadro a proposta de roteiro para a primeira aula e o calendário sugerido.

Começamos com uma breve apresentação passados vinte minutos do horário programado. Havia 18 pessoas presentes das 90 inscritas.

Toni apresenta a história do curso e da ideia de fazê-lo de forma autogerida.

Francisco discorreu sobre a importância da participação de interessados externos à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e inscritos pela extensão.

João enfatiza que são todos bem vindos e valoriza a escolha da autogestão não apenas como tema do curso mas como forma de funcionamento.

Bruno F. relatou a experiência de autogestão do Centro Acadêmico Franco Seminerio (CAFS) do Instituto de Psicologia (IP) da UFRJ levada a cabo com pequenos grupos e operando sempre pela exclusão de quem já não estava previamente de acordo com a proposta. O curso com 90 vagas coloca em questão a possibilidade de autogestão com grupos maiores e a necessidade de se haver com público diversificado.

Toni esclarece que o curso na pretende formar especialistas em autogestão e Bruno enfatiza que autogestão não é um protocolo.

Bruno divulga o blog do curso (https://praticasautogestionarias.wordpress.com) e a esperança de que ele funcione como um centralizador de relatos, sugestões e dispositivo de circulação de informações relevantes para o curso.

Passamos então à apresentação dos participantes, agora com número maior. Apresentam-se Toni, Rude, Wellington, Pedro L., Rafael, Fabili, Felipe, Jéssica, Vanessa, Vinicius, Mariana, Ana, Monique, Camila, Marcela, Paula, Laura M., Luis, Francisco, Gabriela, Carlos, Félix, Nilton, Isabella, Fernando, Alessandra, Pedro Paulo, Rafael, João, Karoline, Jéssica, Bruno F., Carolina, Iaci, Ruan, Aymara, André, Maria e João Pedro. Em seguida apresentam-se Laura B., Livia, Artur L.

Seguimos então, após breve apresentação da proposta já enviada aos participantes, para a formação de grupos para debate da proposta preliminar do curso, dos acordos de convivência (presença, horário, certificados, tempo de fala etc) e da avaliação. Ao longo dos debates em pequenos grupos chegam os participantes do curso (estimativa de 12. Não anotei o nome dos que chegaram) que foram ao Conselho Universitário (CONSUNI) da UFRJ para acompanhar e influir na decisão do órgão máximo desta instituição de aprovar ou recusar a gestão dos hospitais desta universidade pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

Após algum tempo de discussão se formou novamente um só grupo na sala e um relator foi responsável por compartilhar os encaminhamentos a que cada grupo chegou sobre os aspectos acima mencionados. No 3º grupo (dos 6 formados), percebemos que não teríamos tempo de acabar de expor as propostas e discuti-las. Os grupos seguintes fizeram uma rápida explanação sobre suas propostas somente quanto à estrutura do curso, delegando ao GT Processo a tarefa de reunir e deliberar sobre as questões referentes à bibliografia e convidados. Como ainda assim não sobrou tempo para a discussão destas, o encaminhamento proposto foi:

  1. os grupos apresentam objetivamente suas propostas no blog e/ou enviam para o email do curso (praticasautogestionarias@gmail.com) e o grupo de trabalho (GT) Comunicação organiza o material e o torna acessível no site para deliberação do formato do curso em assembleia rápida na aula do dia 12.09.2013.
  2. a aula do dia 12.09.2013 tem como tema a situação histórica em que a autogestão surgiu e as referências já estão disponíveis no blog e na pasta criada no xerox do IP com o nome do curso.

Avaliação:

  1. o curso iniciou de forma participativa e com otimismo.
  2. o risco de exaustão e imobilidade está presente. Lembramos que a finalidade do curso pode ser circunscrita a duas: a. pesquisar, conhecer, debater a história e conceitos relavantes sobre autogestão e b. realizar estas atividades de forma autogerida. Tomando como essencial as finalidades descritas as decisões sobre aspectos incontornáveis de um curso devem ser secundarizadas em nossas decisões coletivas e delegadas a pessoas e grupos.

Relato do GT Comunicação

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