Notícias, matérias, vídeos e etc

Esta página constitui local para que referências sobre autogestão ou de interesse para o curso sejam inseridas e acessíveis a todos.

Materiais sobre a ocupação Manoel Congo.

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13 pensamentos sobre “Notícias, matérias, vídeos e etc

  1. [notícia]

    Quilombo das Guerreiras garante vitória parcial e reintegração é suspensa por 120 dias (RJ)

    19/9/2013 em: http://pelamoradia.wordpress.com/2013/09/19/quilombo-das-guerreiras-garante-vitoria-parcial-e-reintegracao-e-suspensa-por-120-dias-rj/

    “Segundo a Defensoria Pública, atualmente vivem no terreno mais de 100 famílias, dentre as quais estão as famílias da Ocupação Quilombo das Guerreiras. A ocupação se mantem através do sistema de autogestão. Nela não existem líderes, todas as famílias são responsáveis por definir através de reuniões periódicas seus próprios rumos políticos. São elas também que realizam todas as tarefas de limpeza, manutenção e segurança do prédio – algo que a companhia “dona” do imóvel foi incapaz de fazer nas últimas décadas. Além disso, diversas atividades vem sendo desenvolvidas no interior da ocupação no decorrer dos seus sete anos de existência. Moradoras, moradores, apoiadores e apoiadoras se envolveram e envolvem em atividades como reforço escolar com crianças e adolescentes, estudo para concursos, educação de jovens e adultos/alfabetização, recreação infantil, capoeira, oficinas de DST-Aids, horta urbana agroecológica (destruída pelas obras do “Porto Maravilha”), passeios, exibição de filmes, colônias de férias, oficinas de produção audiovisual, dentre outras. Tudo isso acontece no espaço mantido pelas famílias, que inclui biblioteca, sala de reuniões, sala de festas, cozinha coletiva e espaço destinado a atividades de produção e geração de renda.”

  2. – Padaria autogestionada “A conquista do pão”, na periferia de Paris.

    “‘La conquête du pain’ é um comércio de bairro na periferia de Paris onde nove pessoas se dedicam a elaborar baguetes, croissants e bolos de chocolate, um estabelecimento de esquina não muito diferente, a princípio, das outras 35.000 padarias espalhadas pelo território francês.

    Porém, é a única ‘boulangerie’ anarquista da área da capital da França, país onde o pão, o queijo e o vinho, formam parte do imaginário coletivo com o qual se identifica a nação da Torre Eiffel.

    “Somos uma padaria autogestionada. Aqui não tem chefes, funcionamos de maneira colegiada e realizamos uma assembleia a cada duas semanas, onde decidimos o que vamos fazer. Todos temos o mesmo salário de 1.350 euros por mês (uns 1.780 dólares) e a mesma distribuição de benefícios”, explica a Efe Pierre Pawin, impulsionador desta peculiar cooperativa.[…]”

    > Leia o resto da reportagem em: http://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2013/09/17/franca-uma-padaria-anarquista-na-periferia-de-paris/

    > vídeo 1 (em francês): https://www.youtube.com/watch?v=E5qG4FYrZuk

    > vídeo 2 (em português): http://video.br.msn.com/watch/video/padaria-anarquista-de-paris-tem-preco-de-crise-para-clientes-em-dificuldades/1giobvko7

    > blog da padaria: http://laconquetedupainmontreuil.wordpress.com/

  3. – Feira da Autogestão (evento na França)

    “Com uma alta visitação, a 2º Feira da Autogestão aconteceu em Montreuil nos dias 8 e 9 de junho de 2013, e teve novamente sucesso, dados os objetivos que traçou:

    Sobre a forma, ser uma “feira”, uma mistura de elementos amigáveis (música, cantina aberta, espaço infantil, discussões informais), estruturas políticas ou sindicais autogestionárias, ateliês de autonomização, cooperativas de produção autogestionada…;

    Sobre o fundo, reunir as atrizes e atores da autogestão, em sua diversidade: de associações de pesquisa sobre autogestão aos coletivos autogeridos, até teóricos exigentes procurando renovar um projeto global de sociedade, àqueles que praticam uma autogestão no cotidiano.

    A Feira permitiu à diferentes famílias autogestionárias compartilhar e confrontar suas aproximações, práticas e exigências cotidianas nas lutas e sobre o projeto de sociedade. O programa [da Feira] atesta isso. […]”

    >Leia mais em: http://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2013/06/30/franca-informativo-da-feira-da-autogestao-ato-ii/

    > site da feira: http://www.foire-autogestion.org/ (tem a programação passada!)
    > vídeo da 1ª edição: http://vimeo.com/44975830

  4. – Dois filmes sobre a Comuna de Paris:
    1) La Commune (1914). Filme mudo. Diretor: Armand Guerra (pseudônimo de José Estívalis Cabo, 1886-1939. Diretor e escritor espanhol de ideologia anarquista. O filme está segmentado em duas partes no Youtube:
    Parte I: http://youtu.be/u9rj96fLGGA
    Parte II: http://youtu.be/1lzkCA2iZCc

    2) La Commune – Paris 1871 (2000). Diretor: Peter Watkins. Documentário dramatizado. Ele retrata a experiência da Comuna de Paris fazendo uma crítica à manipulação da grande mídia. Faz também a contraposição disso com a presença de uma mídia “livre”, independente que registra o dia-a-dia da comuna por dentro. Muito bom! Encontrei esta versão dividida em 4 partes com legendas em espanhol. Ao todo são em torno de 5 horas de filme.
    Parte I: http://youtu.be/RMbmfGiooAQ
    Parte II: http://youtu.be/FyTRnDwWDYU
    Parte III: http://youtu.be/Vc3VmB_1_WM
    Parte IV: http://youtu.be/6oGL7ePFx2Y
    Bjos
    Carlos D

  5. Deixo um texto longo, mas que atravessa muitas das discussões que temos tido, alem de ser um material interessantissimo. São 4 estudiosos do PCC (Primeiro Comando da Capital), que relatam questões de liderança, autogestão (por mais que não usem esse nome, esta contido na ideia), violência como forma legitima ou não de atuação, entre outras coisas… Fiquei abismado com a potência do PCC, sem entrar, obviamente, num romantismo cego. Recomendo fortemente…

    http://blogs.estadao.com.br/crimes-no-brasil/2010/01/23/16-perguntas-sobre-o-pcc/

  6. Olá, queridos!
    Recomendo, para algumas curiosidades e análises sobre a Comuna de Paris, na voz de um anarquista que evoca questões acerca da vida como obra de arte em tempos de controles mais difusos:

    PS: O som do vídeo não está muito bom, sugiro usarem fone de ouvido.

  7. Gostei muito desse aqui também.

    Pensando na discussão da aula passada, fiquei bastante incomodada (talvez isso seja uma ponta de diário) com o mote que atravessa a discussão. Em especial, quando circulamos pelos conceitos de revolução, de violência e da dicotomia opressor/oprimido. Daí, pensei que precisamos sair desse lugar, que tem um discurso pronto, que cria lados opostos, horizontes distantes e morais estranhas. Daí, fiquei com as seguintes perguntas e aqui as lanço para pensarmos juntos:

    Como é que fazemos sustentar a dimensão do devir em tempos instituintes? Como é que usamos o marxismo e anarquismo como ferramentas e não como cárceres? A que eles nos servem hoje? Que uso queremos fazer disso? Como é que fazemos para nos despir de ressentimentos sobre a “fracassada” (ou nem iniciada, talvez, no Brasil) revolução nos moldes socialistas/comunistas? Como é que damos passagem ao porvir sem nos capturar pelos saberes acerca das forças instituintes? Como é que nos posicionamos? Qual nossa aposta ética (e política)?

  8. Alessandra, também me vejo às voltas com algumas das questões que você pontuou. Acho que são perguntas difíceis e importantes.
    Recentemente li uma entrevista do Jacques Rancière e da Judith Revel que coloca em foco um pouco as heranças do movimento de 68. Recomendo a leitura, pois acho que tem muita ressonância com isso que você traz sobre o que estamos vivendo e pode servir como ferramenta interessante para discussão. Admito que o texto me alimentou de esperança e de boas perguntas… Pego emprestado algumas delas: “quais espaços de luta abrir, que
    novas subjetividades políticas colocar em jogo, quais práticas políticas e que modos de vida inventar?”

    O nome do texto é “O prazer da metamorfose política” e está na página 25. Segue o link:
    http://www.ceart.udesc.br/ppgt/urdimento/2010/Urdimento_15.pdf

  9. Gostaria de convidar à todos para a terceira sessão do grupo de estudos anarquistas Maria Lacerda de Moura, onde discutiremos o texto ” A sociededa contra o Estado” de Pierre Clastres. Nosso encontro será 26/10 ás 14:00 na Aldeia Maracanã.

  10. “(…) a sociedade autogestionária é uma sociedade de experimentação social, que se institui e se constrói por si mesma. A autogestão é um método e uma perspectiva de transformação social. É um movimento, produto da experiência de vitórias e de derrotas; é um amplo processo de
    experiências em todo o conjunto da vida social. O direito à experimentação é o fundamento da autogestão.”

    Este é um trecho colhido deste interessante material de estudo do Minstério do Trabalho intitulado “Autogestão e o Novo Cooperativismo”. Tem um resumo histórico sobre algumas experiências de autogestão muito didáticas.

    Link: http://portal.mte.gov.br/data/files/FF8080812BCB2790012BCF8F95EF1C50/prog_autogestaocooperativismo.pdf

  11. Eventos no final de Novembro sobre comunicação, copyfight, rádios livres, etc.

    ESC – Espectro Sociedade e Comunicação, 26 a 28 de novembro, na PUC-RJ
    http://www.conferences.telemidia.puc-rio.br/esc2013/

    Copyfight, 27 a 29 de novembro, na UFRJ e Casa Nuvem
    http://www.copyfight.in

    Encontro de Rádios Livres, na UFRJ, 29 e 30 de novembro
    encontro.radiolivre.org
    http://wiki.radiolivre.org/Encontros/EncontroRio2013

    terça // 26

    09h00 – ESC
    A academia nacional e os Sistemas Brasileiros de TV e de Rádio Digital: oportunidades e estratégias.

    10h50 – ESC
    Os novos paradígmas da radiodifusão digital: Demonstração de utilização do padrão Digital Radio Mondiale com o middleware Ginga para transmissão de rádio digital.

    14h30 – ESC
    Direito à Comunicação e Digitalização – Repensando as leis dos meios no Brasil e na América Latina

    quarta // 27

    09h – ESC
    Interatividade e inovação no Rádio Digital

    14h30 – ESC
    Rádio Digital na prática: Uso de multiprogramação e interatividade. Oficina de desenvolvimento de aplicativos interativos para Rádio Digital usando o Ginga e explorando possibilidades de uso da multiprogramação

    16h30 – ESC
    Grupos de Trabalho
    GT-01
    Implementações abertas de rádio digital, rádio digital nas distintas bandas de radiodifusão (OM, OT, OC e VHF), canal de retorno e o rádio como meio de difusão de conteúdo digital.

    GT-02
    Espectro Livre e o novo marco legal das comunicações no Brasil

    19h30 – COPYFIGHT na Interferência
    Abertura do Copyfight e debate “Novas Fronteiras de Controle: a produção do sujeito terrorista no Brasil, Colômbia e Palestina” com Rio40Caos e Antena Mutante (Colômbia)

    quinta // 28
    09h – ESC
    Regulamentação, uso e compartilhamento do espectro

    14h00 – ESC
    Apresentação do resultado dos GTs

    16h30 – ESC
    Mesa de encerramento e produção da carta da conferencia endereçada ao Conselho Consultivo do Rádio Digital (CCRD) – MINICOM

    19h30 – COPYFIGHT na Casa Nuvem
    Criptografia e anti-vigilância na Internet com Silvio Rhatto (Saravá)

    sexta // 29

    14h30 – COPYFIGHT na Interferência
    Espectro livre: rádio digital e redes wifi autônomas com Surian (Redes Livres) e Rafael (MUDA)

    Um encontro para entender sobre o funcionamento das redes livres de internet comunitária (ou redes mesh) pelo mundo e seu potencial para gerar infraestruturas de comunicação popular autônoma.

    Vamos ver na prática como conectar roteadores vizinhos em rede de forma descentralizada, como montar um servidor comunitário de arquivos em nuvem, como conhecer seus vizinhos por redes wifi livres entre outras possibilidades de uso dessas redes autônomas no contexto da apropriação do espectro electromagnético.

    20:30 – Encontro de Rádios Livres (Auditório da CPM/ECO)
    Exibição de filmes de rádios livres e lançamento do documentário da Interferência

    22:00 – Encontro de Rádios Livres (Interferência)
    Discotecagem coletiva e confraternização

    sábado // 30

    14 horas – Encontro de Rádios Livres (UFRJ)
    OCUPA CAMPUS
    Retransmissão para a Colômbia pelo Radiolibre.co
    Rádio Interferência aberta para programação coletiva
    14h00 Oficinas | Abraço | Fuga | Estêncil | Transmissão ao vivo de manifestações (RioNaRua)
    15h00 Captação de voz e edição de vinhetas das rádios livres
    16h00 Debate sobre a escolha do padrão brasileiro para o Rádio Digital
    17h00 Futebol e Anarquia | Prática no Campinho
    18h00 Oficina de Rádio Digital
    19h00 Projeção dos vídeos das rádios livres
    20h00 Discotecários das rádios livres
    Retransmissões, performances, intervenções, estripulias, ações em geral

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