Cine Comuna Amarildo – 2ª sessão

Em meio às discussões quentes acerca das manifestações e dos modos de resistir no contemporâneo, propomos este filme para abrir o debate com relação às estratégias de lutas, mídia e produção de subjetividade. “No” é um filme que nos conta a história dos bastidores do plebiscito ocorrido no Chile em 1988 sob a ditadura de Pinochet, em que a população votaria SIM ou NÃO à permanência do ditador no poder. Um filme intrigante e com uma fotografia belíssima que vale a pena ser visto tanto em termos artísticos como históricos.

Esperamos vocês para a sessão-debate!

Filme: “NO”. Chile, 2012, 118m. Direção Pablo Larrain
Local: sala 9 do Instituto de Psicologia da UFRJ, Av. Pasteur, 250, Pavilhão Nilton Campos, Campus Praia Vermelha.
Dia: 5ª feira, dia 7/11 às 17:00

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Cineclube no curso

Cine Comuna Amarildo

Pessoal, convidamos vocês e aqueles que vocês julguem interessados para a primeira sessão do Cine Comuna Amarildo.
Local: sala 9 do Instituto de Psicologia da UFRJ, Av. Pasteur, 250, Pavilhão Nilton Campos, Campus Praia Vermelha.
Dia:  5ª feira, dia 17/10 das 17:00 às 20:00h.
A proposta é criarmos um espaço de debate aberto aliando cinema às temáticas que vem emergindo no curso e também fora dele. Com isso, poderemos ampliar nossas discussões através de encontros que conjuguem arte, políticas, resistências e história, mas sem nunca tirar nossos pés do presente e do que o contemporâneo vem produzindo nesse termos. Portanto, o convite não se limita aos integrantes do curso, mas a todos aqueles que possam se interessar em estar junto para mais essa conversa.
1. Un pouquito de tanta verdad. EUA, 2007, 93min. Direção: Jill Irene Freidberg
Sinopse: “O que em maio de 2006 começou como uma greve de professores por melhores salários e condições sociais, termina em uma rebelião popular sem precedentes no Estado de Oxaca, ao sudoeste do México. Surge um movimento social que durante meses se manifesta (…) em centenas de barricadas nas ruas, ocupando edifícios municipais, governando a cidade de forma autogestionada e pedindo a destituição do (…) governador Ulises Ruiz Ortiz.
Em uma compilação de entrevistas, os protagonistas desta luta nos contam o desenvolvimento dos acontecimentos e suas motivações políticas. A tomada de 14 mídias de rádio e televisão tem um papel crucial na luta. Esses meios nas mãos do movimento se convertem no principal instrumento de informação, de coordenação e de defesa de uma luta por justiça social, cultural e ecônomica.
Movimento que ganha a denominação de ‘La Comuna de Oxaca’ se vê confrontado por uma repressão sangrenta que nos recorda as ditaduras latinoamericanas dos anos 70.
Un Poquito de Tanta Verdad intenciona integrar o material audiovisual de diversos jornalistas independentes comprometidos com a luta. O resultado é um relato íntimo e impressionante, de um tremendo valor histórico.”
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